terça-feira, 10 de abril de 2012

Michael Sandel



Confesso que nunca li nada do Michael Sandel. Mas, neste caso, nem é por falta de tempo, como de costume. Falta-me interesse em razão das propagandas que ele próprio faz de seu projeto filosófico na grande mídia. Como, em pleno 2012, alguém pode olhar ao redor e pensar em acordos políticos sobre questões substanciais relativas à boa vida e à virtude? Na verdade, neste ponto, sou uma kantiana ortodoxa: tais acordos não seriam apenas impossíveis na prática, eles são mesmo indesejáveis, por sua natureza despótica.